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Rodrigo Amorim e TH Jóias também aparecem em planilha de Adilsinho

Documento apreendido pela PF cita suposta doação de R$ 2 milhões ao parlamentar durante investigação sobre lavagem de dinheiro

YASMIN BACHOUR

02/07/2026 • 18:13 • Atualizado em 02/07/2026 • 22:25

Deputado Rodrigo Amorim e ex-deputado TH Jóias também aparecem em planilha de Adilsinho

Deputado Rodrigo Amorim e ex-deputado TH Jóias também aparecem em planilha de Adilsinho

Reprodução / Alerj

O deputado estadual e presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Alerj, Rodrigo Amorim, é um dos nomes que aparece em uma lista encontrada pela Polícia Federal atribuída ao bicheiro Adilsinho, com supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e contabilidade da lavagem de dinheiro. A informação foi confirmada por fontes da BandNews FM.

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Adilsinho foi alvo da 5ª fase da operação Unha e Carne, nesta quinta-feira (2). Na planilha é citada uma doação de R$ 2 milhões ao parlamentar.

O ex-deputado TH Jóias, preso por envolvimento com o Comando Vermelho e o delegado federal Felício Laterça também aparecem na lista.

Além deles, o ex-governador Cláudio Castro está na planilha. Ele teria recebido uma doação de R$ 3,2 milhões durante uma das candidaturas ao Governo do Estado do Rio de Janeiro. O ex-governador não foi alvo da operação, mas a lista vai ser analisada.

O empresário e pré-candidato à Câmara dos Deputados Márcio Poncio, do Solidariedade, foi preso durante a ação da PF em um hotel na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste. Ele é pai da deputada estadual e também pré-candidata à reeleição, Sarah Poncio, do mesmo partido.

A corporação apura o envolvimento da nova cúpula do jogo do bicho com os poderes Executivo e Legislativo do Rio. Além do pastor, os agentes cumpriram mandados de prisão contra o ex-presidente da Assembleia Legislativa Rodrigo Bacellar e contra Adilson Oliveira Filho, o Adilsinho, envolvido com a máfia de cigarros. Os dois já estavam presos.

A quinta fase da Operação Unha e Carne da Polícia Federal foi realizada após os agentes apreenderem uma lista de repasses para políticos do Estado do Rio na casa de Adilsinho.

A defesa de Márcio Poncio alegou que não teve acesso aos autos do processo, o que impede os advogados de entender os motivos que levaram à decretação da prisão preventiva do pastor.

Em nota, a defesa de Rodrigo Amorim afirma que o deputado não tem relação com Adilsinho e que não aceitará a tentativa de assassinato de sua reputação.

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