Resumo
Pesquisa Genial/Quaest revela aprovação de 70% dos eleitores ao Desenrola 2.0, com metade considerando o programa uma boa ideia e 20% avaliando impacto positivo parcial, enquanto 25% desaprovam a iniciativa.
Dados indicam aumento do conhecimento sobre o programa, com 61% dos entrevistados já tendo ouvido falar do Desenrola 2.0 e diminuição para 39% no grupo que desconhece a iniciativa.
Levantamento mostra que apenas 10% dos eleitores foram beneficiados pela renegociação de dívidas, redução no número de muito endividados de 28% para 23%, aumento dos sem dívidas de 27% para 30%, e pesquisa foi realizada presencialmente com 2.004 pessoas entre 5 e 8 de junho, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que 70% dos eleitores avaliam positivamente o Desenrola 2.0, programa do governo federal voltado à renegociação de dívidas de pessoas inadimplentes.
De acordo com o levantamento, metade dos entrevistados considera a iniciativa uma boa ideia, enquanto 20% afirmam que ela ajuda, ao menos em parte, no equilíbrio das finanças das famílias. Por outro lado, 25% classificam o programa como uma má ideia.
A pesquisa também aponta aumento no nível de conhecimento sobre a iniciativa. O percentual de entrevistados que disseram já ter ouvido falar do Desenrola 2.0 passou de 57% para 61% em um mês. Já o grupo que desconhece o programa recuou de 43% para 39%.
Apesar da avaliação favorável, apenas 10% dos eleitores afirmaram ter sido beneficiados pela nova rodada de renegociação de dívidas. A grande maioria, 88%, declarou não ter obtido vantagens com o programa.
Os dados mostram ainda uma redução no número de pessoas que se consideram muito endividadas. O percentual caiu de 28% para 23% na comparação com o levantamento anterior. Já a parcela dos entrevistados que afirmou não ter dívidas aumentou de 27% para 30%. Entre aqueles que relataram ter poucas dívidas, o índice variou de 45% para 46%.
O levantamento foi realizado entre os dias 5 e 8 de junho, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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