Economia

PIB da China sobe 5,0% em 2025 e atinge a meta estipulada pelo governo

A resiliência das exportações foi o destaque do ano passado, já que a balança comercial teve saldo positivo de US$ 1,2 trilhão no período

Da redação com Agência Estado
DA REDAÇÃO COM AGÊNCIA ESTADO

19/01/2026 • 07:32 • Atualizado em 19/01/2026 • 07:39

China

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REUTERS/Maxim Shemetov

Resumo

O crescimento econômico da China atingiu a meta de 5% para 2025, impulsionado pela resiliência das exportações e saldo positivo de US$ 1,2 trilhão na balança comercial, apesar das tensões comerciais com os Estados Unidos.

O Produto Interno Bruto chinês avançou 4,5% no quarto trimestre em relação ao ano anterior, alinhado com previsões de analistas, e registrou expansão de 1,2% na comparação trimestral, superando o resultado do trimestre anterior.

As expectativas para 2026 são positivas diante do desempenho sólido recente, mas permanecem preocupações com riscos comerciais, consumo interno fraco e crise prolongada no setor imobiliário.

A economia da China atingiu a meta de crescimento estabelecida pelo governo para 2025, com avanço de 5% em relação ao ano anterior, apesar da guerra tarifária com os Estados Unidos. O Produto Interno Bruto (PIB) do gigante asiático se expandiu no mesmo ritmo registrado em 2024. A resiliência das exportações foi o destaque do ano passado, já que a balança comercial teve saldo positivo de US$ 1,2 trilhão no período.

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No quarto trimestre de 2025, o PIB chinês cresceu 4,5% em relação ao ano anterior, o que representa uma desaceleração em relação ao avanço de 4,8% do trimestre anterior, informou o Escritório Nacional de Estatísticas (NBS) na segunda-feira, 19. O desempenho do quarto trimestre veio em linha com a previsão de analistas consultados pela FactSet.

Na comparação trimestral, o PIB da China cresceu 1,2% no período de outubro a dezembro, acima da expansão de 1% verificada no terceiro trimestre.

Um terceiro trimestre surpreendentemente forte já havia melhorado as expectativas para o desempenho do ano completo, e os dados mais recentes reforçam a visão de que a China entrou em 2026 em uma situação relativamente sólida.

Ainda assim, persistem preocupações sobre os riscos comerciais. No mercado interno, problemas estruturais, incluindo o consumo fraco e uma prolongada crise imobiliária, continuam sendo um obstáculo.

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