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Bad Bunny critica serviço de Imigração dos EUA em discurso no Grammy; veja

O artista porto-riquenho levou a melhor na categoria “Melhor Álbum de Música Urbana” e "Melhor Performance de Música Global"

Da redação
DA REDAÇÃO

01/02/2026 • 23:56 • Atualizado em 01/02/2026 • 23:56

Bad Bunny

Bad Bunny

REUTERS

Bad Bunny protestou contra o ICE, serviço de Imigração dos Estados Unidos, durante discurso de vitória no Grammy 2026, que acontece neste domingo (1). O artista porto-riquenho levou a melhor na categoria “Melhor Álbum de Música Urbana” e disparou: “Antes de eu agradecer a Deus, eu vou dizer: ICE, fora. Nós não somos selvagens, não somos animais — somos humanos e somos americanos”.

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“Além disso, quero dizer que sei que é difícil não odiar hoje em dia. Estava pensando, às vezes nós somos contaminados. O ódio fica mais poderoso com ódio. A única coisa mais poderosa que ele é o amor. Temos que ser diferentes. Se vamos à luta, que seja com amor. Não os odiamos, amamos nosso povo e nossa família. Não se esqueçam disso”, concluiu.

A vitória de Bad Bunny veio por conta do trabalho em Debí Tirar Más Fotos, disco que mistura batidas contagiantes e letras nostálgicas com o olhar ácido para a xenofobia contra latino-americanos dentro dos Estados Unidos. A posição do cantor o tornou desafeto de Donald Trump e também colocou republicanos contra o Super Bowl 2026, marcado para 8 de fevereiro. O porto-riquenho será o responsável pelo show do intervalo, a contragosto do presidente.

O trabalho de estúdio de Bad Bunny lhe rendeu indicações nas três principais categorias da premiação — Melhor Álbum, Melhor Gravação e Melhor Canção. Com isso, ele se tornou o primeiro artista cantando em espanhol a ser indicado nos três quesitos.

Bad Bunny também foi indicado nas categorias Melhor Álbum de Música Urbana (ganhou), Melhor Performance de Música Global (ganhou) e Melhor Capa de Álbum, esta última sendo uma nova categoria.

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