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Brad Pitt diz ter sofrido com pensamentos suicidas por problemas familiares

Ator, que vive batalha judicial com Angelina Jolie e rejeição dos filhos, falou do período turbulento

Da redação
DA REDAÇÃO

10/08/2026 • 11:51 • Atualizado em 10/08/2026 • 11:51

Brad Pitt em 'F1'

Brad Pitt em 'F1'

Fórmula 1

ATENÇÃO: este texto aborda assuntos como automutilação e suicídio, o que pode ser gatilho para algumas pessoas.

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O ator Brad Pitt revelou que sofreu com pensamentos suicidas em meio à problemas familiares envolvendo os filhos e a ex-mulher, Angelina Jolie. O artista de 62 anos contou também que voltou a beber após 10 anos sóbrio, mas "de forma comedida".

Em entrevista à revista Esquire, Pitt revelou que "se sentiu suicida" durante um curto período de problemas familiares. "A dor era tão opressiva que... eu não ia fazer nada a respeito, mas eu conseguia sentir o aço frio da bala na minha cabeça, e isso me trouxe alívio", disse o ator, que se separou de Jolie em 2016 e, desde então, trava uma batalha judicial com a atriz.

Pitt disse que não via saída e, por isso, teve o pensamento. "Eu pensei: 'Ah, ok, agora eu entendo o suicídio'. É apenas uma busca por alívio da dor. Mas também acho que temos instintos de sobrevivência incríveis. E por mim, isso me afetou imediatamente, mas foi simplesmente...não é fácil", desabafou.

Perguntado se os momentos em que pensou em suicídio tinham relação com os problemas com os filhos, que se afastaram e até pediram a retirada do sobrenome do pai, Pitt apenas respondeu: "Assuntos de família". Apesar do período turbulento, ele se diz uma pessoa otimista.

"Eu nunca fui suicida. Simplesmente não faz parte da minha personalidade. Aliás, se tenho algum defeito, provavelmente é ser otimista por natureza", disse o ator.

Também na entrevista, Pitt revelou que voltou a beber após 10 anos sóbrio. Ele havia parado com o álcool após um incidente em 2016, que culminou com o divórcio com Angelina Jolie. Ela alega que foi agredida por Pitt, que estava bêbado na ocasião.

Segundo ele, a bebida agora é consumida de forma mais responsável. "De uma forma mais comedida. Fiquei confiante demais algumas vezes e pensei: ‘É, não, isso não é bom para mim'. Não em grandes quantidades", declarou.

Não tenha vergonha e peça ajuda

Qualquer pessoa com pensamentos, ideações suicidas ou que apresenta sintomas de depressão devem buscar acolhimento em uma rede de apoio, como familiares, amigos e educadores, e também em serviços de saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, é muito importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para buscar serviços de saúde.

Serviços de saúde que podem ser procurados para atendimento:

  • Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde);
  • UPA 24H, SAMU 192, Pronto Socorro; Hospitais;
  • Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita)

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