Integrante da Beija-Flor de Nilópolis, Enzo Celulari desfila desde criança pela escola de samba do Rio de Janeiro. Muitas de suas participações, inclusive, foram na bateria da agremiação. Mas, neste ano, o empresário, que tem uma forte atuação na diretoria, não desfilou de entre os outros instrumentistas.
"Esse ano não saí na bateria devido ao trabalho, não pude estar presente em todos os ensaios. Não dá para sair dessa forma. Se é para sair, vestir a camisa, tem que se dedicar”, ressaltou ele em conversa com o Band Folia.
Mas, ele destacou ainda que deseja voltar a sair com a bateria no ano que vem, e que pretende levar seu pai, Edson Celulari, junto.
“Desde os três anos de idade e desfilo na Sapucaí representando a Beija-Flor. É um legado que vem dos meus pais, já toquei com meu pai inclusive algumas vezes na bateria. Minha mãe [Claudia Raia] já foi destaque. Não teria como ser diferente esse ano, com um enredo tão forte, de uma figura tão importante que foi o Laila”, relatou ele.
A escola levou para a Marquês de Sapucaí o enredo "Laíla de Todos os Santos”, uma homenagem ao diretor de carnaval Laíla, que levou diversos títulos à azul e branco de Nilópolis e que morreu em 2021.
Foi um desfile marcado ainda por outra emoção: a despedida de Neguinho da Beija-Flor, intérprete histórico da agremiação.
"Neguinho me viu nascer. É uma relação de longa data e uma emoção, não só estar falando de Laila, mas a despedida do Neguinha. É um orgulho dentro de casa para todo mundo. Todo mundo dentro de casa veste essa camisa, minha irmã [Sophia Raia] veio de fora e vai desfilar”, frisou.
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