BTS no Brasil: veja 5 polêmicas que marcaram a passagem do grupo no país
Boyband causou momentos de emoção em fãs e verdadeiro apocalipse musical em São Paulo

Divulgação/BTS
Em outubro, o grupo de K-pop formado por RM, J-Hope, SUGA, Jin, Jimin, V e Jung Kook, desembarcou no Brasil para a "BTS WORLD TOUR: ARIRANG", turnê que marca o retorno da banda após três anos de hiatos para que os sete membros servissem as forças armadas coreanas.
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Mas, mais do que a série de shows aguardados pelos fãs e a emoção de fãs de todas as idades que acompanharam, de perto e de longe, o evento; a passagem da boyband pelo país trouxe à tona momentos bastante polêmicos. Relembre 5 deles:
Polêmicas do BTS no Brasil
Influenciadora de direita teve dados vazados por ARMYS
Um dos casos mais famosos foi o embate entre a base de fãs do fenomeno coreano, denominadas de ARMYS, com a influenciadora Pieta Bertolazzi após a famosa criticar publicamente a aparência e a postura dos sete artistas em uma apresentação realizada durante a Copa do Mundo 2026.
A animosidade entre fãs e influencer evoluiu ao ponto do juridico de Bertolazzi precisar recorrer à Divisão de Crimes Cibernéticos de São Paulo para denunciar ameaças letais, difamação, calúnia, compartilhamento de dados pessoas e invasão de sistemas de segurança.
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Golpistas criam sites falsos para enganar fãs da banda durante venda de ingressos da turnê ARIRANG
A abertura da pré-venda de ingressos para a aguardada turnê do BTS no Brasil mobilizou milhares de fãs e acabou atraindo a ação de criminosos digitais. Especialistas em segurança identificaram a proliferação de páginas fraudulentas que copiavam o layout e a identidade visual de plataformas oficiais de venda, aproveitando-se da alta demanda e da euforia do público para atrair vítimas.
Para enganar os consumidores, os sites falsos replicavam detalhadamente o processo de compra e simulavam a escolha de assentos e setores. No entanto, durante a etapa de pagamento, as páginas costumavam apresentar falhas simuladas em transações com cartão de crédito para direcionar o usuário para o pagamento via Pix, modalidade preferida pelos golpistas por dificultar o rastreamento e a recuperação dos valores.
Diante do risco de prejuízos financeiros e roubo de dados pessoais, especialistas recomendaram que os fãs redobrassem a atenção aos endereços acessados na internet. Era fundamental priorizar exclusivamente os canais oficiais divulgados pelos organizadores do evento, desconfiando de links recebidos por mensagens ou redes sociais que prometiam facilidades na aquisição de entradas.
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Falhas na estrutura dos shows realizados no Estádio do Morumbi
A chegada da turnê ao Brasil em outubro mobilizou a comunidade de fãs em torno de questões logísticas e de infraestrutura nos concertos realizados em São Paulo. Manifestações de insatisfação tomaram conta das redes sociais e culminaram em queixas formais junto ao Procon devido ao descontentamento com a disposição técnica do espetáculo, que disponibilizou apenas quatro telões de exibição no território brasileiro, em contraste com a configuração utilizada em outros países, onde a produção implementou doze telões com visibilidade em trezentos e sessenta graus.
Reclamações e notificação do PROCON
A insatisfação com a visibilidade nos setores mais distantes do estádio MorumBIS motivou centenas de reclamações no Procon-SP. Os órgãos de defesa do consumidor e o Ministério Público notificaram a produtora Live Nation e a Ticketmaster para cobrarem esclarecimentos sobre a configuração do palco e a transparência nas informações divulgadas durante a venda dos ingressos.
Em resposta às cobranças, a Live Nation explicou que a adoção de quatro telões atende a questões logísticas e de cronograma, mantendo uma torre central com visão em 360 graus. Apesar das explicações e das divergências apontadas em plantas técnicas, as apresentações seguem com ingressos esgotados para os três dias de show em São Paulo.
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Superlotação e má organização do transporte público
Após as reclamações de superlotação e falta de organização na estação São Paulo-Morumbi da Linha 4-Amarela do Metrô, a Motiva informou que a série de shows do BTS fez a linha bater recorde de clientes transportados em um único dia desde a pandemia.
Em nota à Band, a Motiva afirma que recebeu quase 817 mil clientes, uma alta de 3,6% em relação ao último recorde, em 4 de março deste ano, com o show do AC/DC, que transportou 788,6 mil pessoas.
O aumento, segundo a Motiva, foi impulsionado pelo show da banda BTS. Além da São Paulo-Morumbi, a estação Vila Sônia–Prof.ª Elisabeth Tenreiro também bateu recorde: foram 64 mil clientes, um crescimento de 8,9% em relação à marca anterior, em 30 de abril deste ano, no show do The Weeknd.
