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Fãs teorizam que menino detido pelo ICE foi em show de Bad Bunny; entenda

Liam Ramos e o pai, Adrian Conejo Arias comoveram o mundo após a detenção deles quando o pequeno chega da escola

Da redação
DA REDAÇÃO

09/02/2026 • 08:32 • Atualizado em 09/02/2026 • 08:32

Show de Bad Bunny e o pequeno Liam, detido pelo ICE

Show de Bad Bunny e o pequeno Liam, detido pelo ICE

Reprodução/Superbowl/Joaquin Castro

Repleto de significados, o show de Bad Bunny no intervalo do Superbowl LX virou um objeto de análise pelos fãs. Em uma das cenas, fãs apontaram que o cantor porto-riquenho entregou um Grammy para Liam Ramos, menino detido pelo ICE, serviço de imigração dos Estados Unidos e que comoveu o mundo.

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Na cena, uma família assiste à conquista do Grammy por Bad Bunny, até que o próprio chega e entrega a estatueta dele para um menino, que sorri. Logo que ele aparece, muitos comentaram nas redes sociais que a criança era Liam Ramos, já que Bad Bunny também fala 'conejo' antes de entregar a estatueta. Este é o sobrenome do pai de Liam.

Acontece que 'conejo' em espanhol é coelho, também sinônimo do apelido de Bad Bunny (Coelho Malvado). Mas, segundo fontes da People e TMZ, a criança é, na verdade, o ator Lincoln Fox. O menino, inclusive, é meio argentino e meio egípcio.

A cena faz outra referência: a de acreditar nos próprios sonhos, ainda que sejam difíceis. Na cena, Bad Bunny entrega a estatueta para uma versão dele criança. Outros fãs compartilharam fotos de Bad Bunny pequeno nas redes sociais, o que comprovaria a vontade do artista em se representar.

Relembre o caso de Liam Ramos

O menino de cinco anos e o pai, detidos por agentes do ICE em Minnesota, foram liberados após 10 dias presos. Liam e Adrian, solicitantes de asilo do Equador, foram detidos quando o menino chegava da pré-escola.

Imagens do garoto usando um gorro azul com orelhas de coelho e uma mochila sendo segurado por agentes, circularam pelo mundo e alimentaram a indignação pública contra a ofensiva do governo do presidente Donald Trump, que já deixou dois cidadãos americanos mortos em Minneapolis.

Pai e filho passaram dez dias em um centro de detenção no Texas, até que um juiz ordenou a libertação de ambos no sábado. "Liam está em casa agora. Com seu gorro e sua mochila", escreveu no X o congressista democrata Joaquin Castro, que os acompanhou no retorno ao estado de origem.

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