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“Deus abençoe a América”: os recados de Bad Bunny a Trump

Show do rapper porto-riquenho fez ode à cultura latina

Da redação
DA REDAÇÃO

09/02/2026 • 00:17 • Atualizado em 09/02/2026 • 00:17

Bad Bunny em show no Super Bowl

Bad Bunny em show no Super Bowl

REUTERS/Carlos Barria

O show do rapper porto-riquenho Bad Bunny durante o intervalo do Super Bowl neste domingo (8), além de cheio de pirotecnia e participações especiais, conteve diversos recados ao governo de Donald Trump.

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O presidente dos Estados Unidos chegou a criticar a participação do artista e grupos conservadores realizaram uma apresentação alternativa.

Confira abaixo algumas das mensagens que Bad Bunny deu ao atual governo dos EUA:

Performance em espanhol

As canções da apresentação foram feitas principalmente em espanhol, o que por si só já é uma mensagem. Essa foi a primeira vez em 60 anos que o show foi realizado desta forma, o que contrasta com a ideia de “America First”, a politica de Trump que coloca os EUA em primeiro lugar e que prioriza a língua inglesa sobre todas as outras.

“Deus abençoe a América”

No final da performance, Bad Bunny exortou: “God Bless America” (Deus abençoe a América), uma frase frequentemente usada para pedir proteção aos Estados Unidos.

Entretanto, ele prosseguiu listando todos os países que compõe as Américas, inclusive Brasil.

Com isso, ele passou a ideia de que a América é toda um povo, que não deve ser dividido.

Havia também uma placa que dizia “a única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”.

Essas foram referências diretas à política de imigração do governo Trump, que tem sido duramente criticada por práticas vistas como preconceituosas e truculentas, como no caso da prisão de Liam Ramos, um menino de cinco anos que foi preso pelo ICE, a polícia de imigração dos EUA.

Presença de latinos

O show foi uma ode à cultura latina como um todo, e contou com a presença de figuras latinas conhecidas como Ricky Martin, Karol G, Cardi B, Pedro Pascal e Jessica Alba.