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Em meio a tensões, Trump se encontra com Gustavo Petro na Casa Branca

Reunião é a primeira entre os dois líderes e ocorre após ameaças do presidente dos EUA

Da redação
DA REDAÇÃO

03/02/2026 • 14:52 • Atualizado em 03/02/2026 • 14:52

Donald Trump se reúne com Gustavo Petro na Casa Branca

Donald Trump se reúne com Gustavo Petro na Casa Branca

Divulgação/Notícias Caracol

Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Colômbia, Gustavo Petro, se encontram nesta terça-feira (3) . A reunião é a primeira entre os líderes após uma série de atritos r até mesmo ameaças por parte do governo norte-americano.

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Desde o retorno de Trump á presidência, a relação entre ele e a Colômbia tem sido frágil. Logo no início, quando Petro se recusou a receber voos com deportados, o líder dos EUA chegou a impor uma série de sanções ao país norte-americano.

A situação começou a arrefecer após um telefonema entre os dois. “Foi uma grande honra conversar com o Presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que ligou para explicar a situação das drogas e outros desentendimentos que temos tido”, escreveu Trump na plataforma Truth Social.

Na publicação, o presidente dos Estados Unidos agradeceu a ligação e o tom de Gustavo Petro, e destacou que espera encontrá-lo em breve.

Donald Trump também afirmou que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores da Colômbia estão combinando os preparativos para uma reunião entre os líderes, que deve acontecer na Casa Branca.

Crise diplomática e ameaças militares

O clima entre Washington e Bogotá havia se deteriorado drasticamente. Após a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, Donald Trump subiu o tom contra o governo vizinho, sugerindo que os Estados Unidos poderiam adotar ações militares contra a Colômbia. Trump acusou Gustavo Petro, repetidas vezes, de ser conivente com cartéis de drogas e de ter envolvimento direto na produção de cocaína exportada para o mercado americano.

Em resposta, Gustavo Petro negou veementemente as acusações e adotou uma postura de resistência interna, convocando manifestações e chegando a pedir que a população "tome o poder" caso ele sofra algum tipo de ataque externo ou tentativa de deposição.