
Leo Dias no início da carreira
Reprodução/Instagram/@leodias
Muito antes de se tornar um dos nomes mais temidos e procurados pelos famosos, Leo Dias enfrentou uma rotina exaustiva para se estabelecer no jornalismo de celebridades. Durante o podcast De Onde Eu Vim, ele compartilhou detalhes sobre os bastidores de suas primeiras reportagens, revelando que a persistência superava a falta de estrutura das publicações onde trabalhava.
"Eu fazia ronda noturna, amor. Nem contratado eu era. Trabalhava escondido à noite, fazendo ronda em restaurantes e pizzarias", relembrou o apresentador sobre o início de sua trajetória no Rio de Janeiro. A falta de recursos o obrigava a usar a criatividade para obter informações privilegiadas, recorrendo a estratégias curiosas para garantir o acesso a fontes.
Revistas e currículos falsos
Para garantir o apoio dos seguranças dos locais que frequentava, Leo Dias recorria a uma tática peculiar: a distribuição de exemplares da revista Playboy. "A gente distribuía Playboy, Playboy velha, de meses ou anos passados, porque a Abril produzia muito. O segurança queria saber se era Playboy? Não. Ele não estava nem aí se era do mês passado ou do ano passado. Playboy era Playboy", contou aos risos.
A determinação de Leo Dias em conquistar seu espaço no mercado era tão grande que ele não hesitava em arriscar. O apresentador confessou que, para ganhar experiência, chegou a enviar currículos falsos para rádios de Portugal, afirmando ser um jornalista formado, com o objetivo de tentar uma vaga como correspondente internacional.
Uma máxima que eu tenho para a minha vida é a seguinte: você tem que causar. Se você chega em um lugar e não causa, você passa em branco e ninguém vai perceber que você passou
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