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Pe Lu expõe crise após fim da Restart: 'Me sentia bem fracassado'

Cantor afirmou que precisou mudar de área e investir no sobrinho, João Guilherme, para poder continuar investindo no sonho da música

Da redação
DA REDAÇÃO

21/07/2026 • 17:24 • Atualizado em 21/07/2026 • 17:24

Pe Lu gerenciou a carreira do sobrinho e virou sócio da irmã

Pe Lu gerenciou a carreira do sobrinho e virou sócio da irmã

Reprodução/Instagram

Pe Lu, ex-Restart, expôs nas redes sociais que passou por uma crise financeira após o fim da banda. O artista relatou que precisou se reinventar e investir em negócios com a irmã e até em agenciar a carreira do sobrinho, João Guilherme.

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"Quando a Restart terminou, em 2014, eu estava praticamente sem dinheiro por uma série de questões. Primeiro, que a gente ganhou bem menos dinheiro do que as pessoas pensam. Segundo, que eu não tinha noção nenhuma", disse. Segundo Pe Lu, ele fez escolhas erradas e não sabia o que fazer com o fim da banda.

Pe Lu contou que pegou o último dinheiro guardado e investiu em uma clínica de estética. "Depois virou uma franquia grande de estética, mas naquele momento era uma loja. Junto com o dinheiro, eu coloquei muito trabalho também. A gente tinha que fazer tudo, a gente cuidava do marketing, da parte comercial, da parte financeira", disse.

"Então, eu me vi saindo dessa posição de glamour, de sucesso e de fama para de repente ter reunião comercial, tendo que tentar comprar ponto no shopping e negociar coisas que eu nem sabia direito", contou. No processo, Pe Lu disse que se sentia fracassado.

"Me sentia mal, como se eu tivesse sido mal sucedido na minha empreitada, então eu fiz uma coisa, eu não consegui sustentar essa coisa no mesmo nível para sustentar minha vida. Isso passava pela minha cabeça e eu me sentia bem fracassado várias vezes", contou.

Além da estética, ele investiu no sobrinho, João Guilherme. "As clínicas foram crescendo e nesse processo a gente também começou a cuidar da carreira do João Guilherme. Cuidei da carreira dele por 10 anos e, nos primeiros anos era isso, luta, briga, construção para que as marcas conhecessem ele, para que agências conhecessem ele, para que ele tivesse bons papéis. Várias vezes, de novo, eu me senti assim, que alguém me olhava e pensava: 'Ué, mas você não é o cara da daquela banda?' O que aconteceu com o seu sucesso?'", disse.

Ele ainda deu uma dica aos seguidores que querem investir na música. "Se você é um artista e independente, independente do momento da vida que está, e tem uma outra profissão ou você precisa de um outro negócio para que a sua carreira seja viável, nunca sinta vergonha disso ou nunca se sinta como eu senti lá atrás, o fracassado", pontuou.

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