Uma simples taxa de rolha de vinho, cobrada por restaurantes para servir vinhos trazidos pelo cliente, virou uma confusão que viralizou nas redes sociais envolvendo Ed Motta, amigos e funcionários do Grado, um restaurante na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Relatado pela coluna de Luciana Fróes no O Globo, o episódio ocorreu no último fim de semana, quando o casal que chefia o local, Nello Garaventa e Lara Atamian, comunicou que o grupo de clientes composto por Ed Motta, Diogo Coutinho do Couto e um terceiro indivíduo teria protagonizado episódios de "extrema violência, agressões físicas, intimidação e condutas discriminatórias dirigidas à nossa equipe e aos clientes presentes no local".
Segundo a nota do casal, as provocações começaram após os funcionários negarem a concessão de uma cortesia da taxa. Uma cadeira teria sido arremessada por Ed Motta contra um garçom, que estava de costas. O grupo do artista ainda foi acusado de proferir ofensas xenofóbicas e homofóbicas contra clientes e funcionários.
Em pronunciamento, Ed Motta disse ter perdido o controle durante a discussão, mas negou ter atacado os funcionários. "Aconteceu um problema, mas a história não está bem contada. Infelizmente, toda a confusão começou comigo. Fiquei irritado e me descontrolei. Eu estava bêbado e joguei uma cadeira no chão, mas não joguei uma cadeira em direção ao funcionário. Jamais", disse.
O artista também disse que deixou o restaurante antes da briga ter atingido outros clientes e que os amigos tentaram pedir desculpas pela situação. As ofensas preconceituosas, segundo ele, teriam partido de outros clientes.
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