Esporte na Band

Atleta do Sampaio se pronuncia após convulsionar em campo: "Pior já passou"

Alexandre precisou sair de ambulância no início do jogo contra o Flamengo ao convulsionar em campo; atleta permanecerá na emergência

Da redação
DA REDAÇÃO

08/02/2026 • 16:59 • Atualizado em 08/02/2026 • 16:59

Alexandre, do Sampaio Corrêa, cai e convulsiona em lance contra o Flamengo

Alexandre, do Sampaio Corrêa, cai e convulsiona em lance contra o Flamengo

ALEXANDRE DURÃO/ZIMEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O meio-campista Alexandre, jogador do Sampaio Corrêa, divulgou um vídeo junto ao clube na tarde deste domingo (8) para se pronunciar sobre a crise de convulsão que o atleta teve durante o jogo contra o Flamengo, no Maracanã, em partida válida pela sétima rodada da Taça Guanabara.

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Segundo o jogador, o episódio foi "apenas um susto" e "o pior já passou". De acordo com boletim médico emitido pelo clube, Alexandre foi atendido no hospital Quinta D’or e passou por uma tomografia computadorizada e eletrocardiograma. Após a realização destes exames, não foi constatada nenhuma lesão cardiológica e nem neurológica.

"Graças a Deus, o pior já passou. Fiz os exames e está tudo bem. Foi só um susto. Passando para tranquilizar todo mundo e logo estou de volta", afirmou Alexandre na cama do hospital.

Entenda o caso

A partida entre Flamengo e Sampaio Corrêa foi paralisada nos primeiros minutos de jogo após o volante Alexandre Souza, do time de Saquarema, sofrer uma convulsão.

O cronômetro marcava oito minutos de bola rolando quando o jogador de 24 anos desabou no meio de campo, situação que gerou apreensão nos atletas de ambos os times. Foi possível observar muitos jogadores orando.

Alexandre voltou a jogar uma partida profissional de futebol no início deste ano, após sofrer um acidente de moto em janeiro de 2024. Sua volta ao gramado foi no dia 15 de janeiro, em partida contra o Nova Iguaçu, pelo Campeonato Carioca.

No acidente sofrido no ano passado, o volante foi atingido por um carro e correu o risco de ficar tetraplégico. Teve, inclusive que usar colar cervical durante o processo de recuperação. Foi necessária uma espera de um ano para que ele pudesse voltar a jogar.