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Defesa de Andrés Sanchez se diz surpresa e vê 'excesso' após denúncia do Ministério Público

Ex-presidente do Corinthians foi acusado de uso indevido do cartão corporativo do clube

Da redação
DA REDAÇÃO

15/10/2025 • 14:51 • Atualizado em 15/10/2025 • 14:51

Andrés Sanchez no programa Encontro de Craque

Andrés Sanchez no programa Encontro de Craque

Reprodução / BandSports

A defesa do ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, manisfetou-se com surpresa após o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) oferecer uma denúncia contra o ex-gestor alvinegro por uso indevido do cartão corporativo do clube (veja nota oficial completa abaixo).

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Segundo o advogado Fernando José da Costa, só foi possível tomar ciência do teor do caso após a coletiva de imprensa realizada pelo MP-SP nesta quarta-feira (15). A defesa aponta para a inépcia da denúncia, quando a peça acusatória é considerada inválida, e vê excesso na acusação.

Andrés Sanchez foi denunciado, junto ao superintendente financeiro Roberto Gavioli, por três crimes: apropriação indébita, lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário.

Após o caso vir à tona, Andrés Sanchez também pediu afastamento do Conselho Deliberativo do Corinthians, onde tem cargo vitalício, e do Comitê de Orientação Fiscal (CORI).

Andrés Sanchez foi presidente do Corinthians em dois períodos. O primeiro foi em 2007 e se estendeu até 2012. Em 2018, ele retornou ao posto e seguiu no cargo até 2021.

O que diz a defesa de Andrés Sanchez

"A defesa de Andrés Navarro Sanchez, representada pelo advogado Fernando José da Costa, informa que foi surpreendida com o oferecimento de uma denúncia distribuída em apartado, sem juntada ao procedimento investigatório ao qual possui acesso. O teor da acusação só se tornou conhecido após coletiva de imprensa convocada pelo promotor responsável, que anunciou a denúncia por supostos delitos de apropriação indébita, crimes tributários e lavagem de capitais. A defesa destaca, desde já, a inépcia da peça acusatória e o evidente excesso na imputação, reiterando que a inocência de Andrés será comprovada ao longo do processo, agora presidido pelo imparcial Poder Judiciário."

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