Esporte na Band

Arena Corinthians mudará o nome? Veja estádios da Série A com naming rights

Estádio corintiano pode sofrer alterações nos direitos; Caixa pode substituir Neo Química

Vinícius Batista
VINÍCIUS BATISTA

10/03/2026 • 12:01 • Atualizado em 10/03/2026 • 12:01

Resumo

O apresentador Neto informou que a Caixa Econômica Federal pode assumir os naming rights da Arena Corinthians, atualmente sob contrato com a Hypera Pharma.

O site band.com.br destacou os estádios da Série A do Campeonato Brasileiro que possuem acordos de naming rights com empresas.

A lista inclui Allianz Parque (Palmeiras), Arena MRV (Atlético-MG), Casa de Apostas Arena Fonte Nova (Bahia), Morumbis (São Paulo) e Neo Química Arena (Corinthians).

O apresentador Neto, do Os Donos da Bola, trouxe a informação de que a Caixa Econômica Federal pode assumir os naming rights da Arena Corinthians. Atualmente, a Hypera Pharma tem os direitos do estádio corintiano, mas pode dar lugar ao banco estatal.

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O band.com.br separou a lista de estádios da Série A do Campeonato Brasileiro com naming rights. Confira abaixo.

Veja lista de estádios da Série A com naming rights:

  • Allianz Parque (Palmeiras)
  • Arena MRV (Atlético-MG)
  • Casa de Apostas Arena Fonte Nova (Bahia)
  • Morumbis (São Paulo)
  • Neo Química Arena (Corinthians)

Caixa no Corinthians

A possível entrada da Caixa Econômica Federal como detentora dos direitos de nome do estádio do Corinthians visa acelerar o pagamento da dívida bilionária que o clube possui com a instituição. Neto explicou que essa seria uma forma de "abater" os valores devidos por meio da exposição da marca estatal.

Fiquei sabendo que talvez há uma frente forte para que a Neo Química Arena saia do Corinthians e entre a Caixa. O estádio do Corinthians se tornaria Caixa Econômica para resolver o financiamento.

Para o apresentador Neto, a negociação, caso se concretize, seria positiva tanto para o banco quanto para o clube paulista. O apresentador ressaltou que a falta de recursos imediatos do Corinthians torna essa alternativa uma saída viável e inteligente para garantir a sustentabilidade financeira do patrimônio alvinegro.

"Acho um tiro legal. Não sei se vai dar certo, mas isso é para os dois lados. Primeiro para a Caixa, que vai receber, e segundo para o Corinthians, que não tem dinheiro", destacou.