Os Donos Da Bola

Neto: Caixa pode substituir naming rights da Arena Corinthians; entenda

Apresentador do "Os Donos da Bola" trouxe informação no programa desta segunda-feira (9)

Da redação
DA REDAÇÃO

09/03/2026 • 15:01 • Atualizado em 09/03/2026 • 15:01

Resumo

O Corinthians estuda alterar os naming rights de seu estádio, com possibilidade de substituir a Neo Química pela Caixa Econômica Federal, em estratégia para quitar dívidas do financiamento.

Uma movimentação intensa ocorre nos bastidores entre clube, banco e construtora para viabilizar a troca, buscando resolver o impasse financeiro da arena em Itaquera.

A entrada da Caixa como patrocinadora do nome aceleraria o pagamento da dívida bilionária, beneficiando tanto o banco quanto o clube, que enfrenta dificuldades financeiras imediatas.

O apresentador Craque Neto informou, no Os Donos da Bola desta segunda-feira (9), que o Corinthians estuda uma mudança drástica nos naming rights de seu estádio. Segundo ele, a Caixa Econômica Federal poderá assumir o nome da arena, substituindo a atual Neo Química, em uma manobra estratégica para quitar as dívidas do financiamento do local.

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Neto também destacou que existe uma movimentação intensa nos bastidores para viabilizar essa troca. A proposta seria uma solução direta para o impasse financeiro que envolve o clube, o banco e a construtora do estádio em Itaquera.

Atualmente, apenas outros quatro estádios da Série A possuem naming rights, além do Corinthians.

Solução para o financiamento

A possível entrada da Caixa Econômica Federal como detentora dos direitos de nome do estádio visa acelerar o pagamento da dívida bilionária que o clube possui com a instituição. Neto explicou que essa seria uma forma de "abater" os valores devidos por meio da exposição da marca estatal.

Fiquei sabendo que talvez há uma frente forte para que a Neo Química Arena saia do Corinthians e entre a Caixa. O estádio do Corinthians se tornaria Caixa Econômica para resolver o financiamento

Benefício mútuo entre as partes

Para Neto, a negociação, caso se concretize, seria positiva tanto para o banco quanto para o clube paulista. O apresentador ressaltou que a falta de recursos imediatos do Corinthians torna essa alternativa uma saída viável e inteligente para garantir a sustentabilidade financeira do patrimônio alvinegro.

"Acho um tiro legal. Não sei se vai dar certo, mas isso é para os dois lados. Primeiro para a Caixa, que vai receber, e segundo para o Corinthians, que não tem dinheiro", destacou.