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Gianni Infantino: veja qual é o salário do presidente da Fifa

Relatório de transparência detalha vencimentos e bônus milionários do dirigente, cujo mandato na entidade se estende até 2027

2 min

11/06/2026 12:27 • Atualizado há 5 dias

Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante entrevista no estádio Azteca

Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante entrevista no estádio Azteca

REUTERS/Henry Romero

Resumo

Relatório de transparência da Fifa revelou que o presidente Gianni Infantino recebeu salário bruto de 4,8 milhões de dólares (cerca de R$ 25 milhões) em 2025, valor que será pago em 2026 e representa aumento desde a adoção da política de abertura de dados em 2019.

Remuneração de Infantino foi composta por salário-base de 2,6 milhões de dólares (aproximadamente R$ 13,5 milhões) e bônus anual variável de 2,2 milhões de dólares (R$ 11,5 milhões), com a entidade esclarecendo que o bônus não é fixo e comparando o total de 2,9 milhões de dólares recebido em 2019.

Mandato de Infantino, iniciado em 2016 e renovado até 2027 após reeleição por aclamação em 2023, inclui atuação em debates sobre a Copa do Mundo, declarações públicas sobre polêmicas do torneio e defesa da transparência financeira desde o início de seu ciclo na presidência.

A Fifa utilizou seu site oficial para divulgar o relatório de transparência com os vencimentos de seus funcionários, revelando os valores recebidos por seu principal dirigente. O salário bruto do presidente da entidade, Gianni Infantino, atingiu o montante de 4,8 milhões de dólares (cerca de R$ 25 milhões) em 2025. Esse valor, que tem previsão de pagamento para 2026, demonstra uma evolução financeira desde que a federação iniciou a política de abertura de dados.

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Composição do salário e bônus

Os ganhos de Infantino, que está na presidência desde 2016, são divididos entre uma remuneração fixa e uma parte variável:

  • Salário-base bruto: 2,6 milhões de dólares (aproximadamente R$ 13,5 milhões)
  • Bônus anual: 2,2 milhões de dólares (R$ 11,5 milhões

A entidade esclarece que o bônus não é fixo e varia anualmente. Para efeito de comparação, em 2019 — o primeiro ano de transparência da Fifa — o dirigente recebeu um total bruto de 2,9 milhões de dólares (cerca de R$ 15 milhões na cotação atual) entre base e bonificações.

Mandato e declarações

Gianni Infantino foi reeleito por aclamação pelas 211 confederações em março de 2023, garantindo sua permanência no cargo até 2027. Durante seu mandato, o dirigente tem lidado com diversas frentes da organização, incluindo debates sobre a Copa do Mundo.

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Ao abordar as polêmicas que cercam o torneio mundial, o presidente declarou: "Não somos reis do mundo". Além da gestão administrativa, Infantino também se manifestou sobre questões técnicas e estruturais, como quando lamentou o corte de um árbitro, pontuando que "não pode mandar nos países-sede".

A divulgação sistemática desses dados financeiros ocorre desde 2019, acompanhando o atual ciclo de gestão do dirigente suíço-italiano.