
Espanha foi a campeã da Copa do Mundo de 2026
REUTERS/Kai Pfaffenbach
O Governo dos Estados Unidos fechou 1.970 sites que realizavam transmissões ilegais da Copa do Mundo de 2026 durante uma operação iniciada em junho, no começo do torneio. Entre as páginas retiradas do ar, 309 eram do Brasil.
A ação foi realizada em três fases e também atingiu outros países da América Latina. Foram fechados 1.140 sites na Colômbia, 256 na República Dominicana, 223 no Equador, 28 no Peru e 14 na Argentina.
Segundo as autoridades americanas, a Operação Offsides teve como objetivo combater a pirataria e reduzir os riscos relacionados ao uso de plataformas ilegais de transmissão, que podem expor usuários a programas maliciosos.
O Diretor Executivo Associado Adjunto da HSI, Matthew Millhollin, também alertou sobre os riscos de assistir aos jogos fora das plataformas oficiais. Segundo ele, usuários podem ficar expostos a programas maliciosos e ao roubo de informações de pagamento.
A Colômbia foi o país com o maior número de sites fechados e também foi alvo de 13 missões de busca e apreensão para combater a falsificação de artigos desportivos. A operação resultou em 11 prisões.
Nos Estados Unidos, a Copa do Mundo de 2026 teve transmissão oficial da Fox na televisão e do serviço de streaming Peacock em inglês. A Telemundo Network também participou da cobertura com transmissões em espanhol.
Apesar do número de sites ilegais encerrados no Brasil, as emissoras que exibiram oficialmente a competição registraram alta audiência. A CazéTV alcançou 21,2 milhões de aparelhos simultâneos ligados na partida entre Noruega e Inglaterra, pelas quartas de final. Globo e SBT também registraram índices superiores a 30 e 10 pontos de audiência na Grande São Paulo, respectivamente.
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