
Guardiola comemora vitória contra o Liverpool
REUTERS/Phil Noble
Resumo
Derrota para a Bósnia eliminou a Itália da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva, provocando a possibilidade de demissão do técnico Gennaro Gattuso e colocando Pep Guardiola, do Manchester City, como principal alvo para assumir o comando.
Federação Italiana busca reestruturação após fracasso nas eliminatórias, cogitando mudança de treinador e considerando também Roberto Mancini, campeão da Euro 2020, e Antonio Conte como alternativas caso Guardiola não aceite.
Pressão política aumenta com o ministro dos esportes, Andrea Abodi, solicitando a saída do presidente da federação, Gabriele Gravina, ressaltando a necessidade de recuperação do prestígio do futebol italiano após última participação em Copas em 2014.
Após ser derrotada pela Bósnia e não conseguir a classificação para a Copa do Mundo, a Itália está perto de demitir o técnico Gennaro Gattuso e tem Pep Guardiola, treinador do Manchester City, na mira.
Segundo o jornal italiano "La Gazzetta dello Sport", a Federação Italiana quer uma reestruturação dentro da entidade e, dentro dessa ideia, está a mudança no comando da seleção.
Uma das opções que mais chamam a atenção é Pep Guardiola, que tem contrato com o Manchester City até 2027. No entanto, o desejo dos italianos é ter um treinador ainda nesta temporada.
Plano B da Itália para treinador
Caso não consiga contar com o técnico espanhol, a federação tem outros dois nomes no radar: Roberto Mancini e Antonio Conte. O primeiro foi campeão da Euro em 2020. Já Conte, tem o mesmo "problema" de Guardiola e está empregado.
Retrospecto ruim da Itália
Com a derrota para a Bósnia, a Itália chegou a sua terceira eliminação consecutiva em fases de classificação para a Copa do Mundo. A última que vez a Azzurra participou do Mundial foi em 2014, no Brasil.
Andrea Abodi, ministro dos esportes da Itália, pediu formalmente que Gabriele Gravina, presidente da federação, deixe o cargo. O ministro destacou que os atletas italianos dão satisfação em diversas modalidade e que a Itália "precisa voltar a ser a Itália, inclusive no futebol mundial".
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