Esporte na Band

Mohammed Ben Sulayem é reeleito presidente da FIA

Votação para o novo mandato de quatro anos à frente da entidade ocorreu em Tashkent, no Uzbequistão

Da redação
DA REDAÇÃO

12/12/2025 • 09:38 • Atualizado em 12/12/2025 • 09:38

Mohammed Ben Sulayem é reeleito presidente da FIA

Mohammed Ben Sulayem é reeleito presidente da FIA

FIA

Mohammed Ben Sulayem foi reeleito como presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), nesta sexta-feira (12), após vencer uma disputa sem adversários. A votação para o novo mandato de quatro anos à frente da entidade ocorreu em Tashkent, no Uzbequistão, antes da cerimônia de premiação da temporada 2025.

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Sulayem assumiu a presidência pela primeira vez em 2021, quando venceu Graham Stoker por 61,62% a 36,62% dos votos.

“É realmente uma honra ser presidente da FIA, e estou comprometido em continuar entregando resultados para a federação, para o automobilismo, para a mobilidade e para os nossos clubes em todas as regiões do mundo”, afirmou Ben Sulayem após a vitória.

Polêmica na eleição

A ausência de outros candidatos se deveu a uma regra que exige que cada chapa apresente uma equipe com sete vice-presidentes representando as seis regiões globais da FIA. A única vice-presidente elegível na América do Sul, Fabiana Ecclestone, manifestou apoio a Ben Sulayem — o que inviabilizou outras candidaturas.

Inicialmente, ele enfrentaria três concorrentes: o ex-comissário da FIA Tim Mayer, a piloto Laura Villars e Virginie Philippot, modelo e influenciadora. Mas nenhum deles conseguiu cumprir todos os requisitos para registrar oficialmente a candidatura.

Laura Villars abriu um processo contra a FIA alegando falta de transparência. A Justiça de Paris determinou que haverá um julgamento completo em 16 de fevereiro, que pode inclusive resultar na anulação da eleição.

Em nota oficial, a FIA defendeu o processo eleitoral: “A eleição foi conduzida de acordo com os estatutos da FIA, por meio de um processo de votação robusto e transparente, refletindo os fundamentos democráticos da federação e a voz coletiva dos seus membros ao redor do mundo.”

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