
Cipenga, da República Democrática do Congo, disputa bola com Fredrick, da Nigéria
REUTERS/Abdelmjid Rizkou
A Federação Nigeriana de Futebol confirmou, através do secretário-geral Sanusi Mohammed, que ingressou com uma ação na Fifa para questionar uma suposta escalação irregular de jogadores congoleses nas Eliminatórias Africanas para a Copa do Mundo de 2026.
De acordo com o dirigente, as legislação da República Democrática do Congo proíbe a dupla-nacionalidade e a seleção congolesa teria utilizado jogadores com dupla-nacionalidade no confronto, o que não deveria ser aceitado pela Fifa já que, pelas leis locais, os atletas não seriam 'cidadãos naturais' do Congo.
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Ainda segundo o secretário-geral, a determinação da Fifa é de liberação do jogador para atuar pela seleção desde que haja o passaporte do país. Ao fim, chamou a escalação de atletas congoleses com dupla-nacionalidade de 'fraude'.
“A Fifa foi enganada ao liberar alguns atletas congoleses. Não é responsabilidade da Fifa em examinar leis domésticas, por isso notificamos a Fifa”, disse Sanusi a repórteres locais.
"Leis do Congo não permitem dupla-nacionalidade, e mesmo assim alguns jogadores atuaram sob documentação de passaportes. Alguns, com passaportes francês. Outros, com passaporte holandês", completou.
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A petição nigeriana reporta que até nove atletas congoleses não alteraram de maneira devida o processo de nacionalidade, por isso teriam descumprido os estatutos da Fifa.
Em novembro, o Congo enfrentou a Nigéria pelas Eliminatórias da Copa do Mundo e obteve a classificação via pênaltis para as Eliminatórias Intercontinentais que serão disputadas em março de 2026.
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