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Parreira segue na UTI em quadro estável e tem redução gradual da sedação

Técnico do Tetra em 1994 está internado desde a última quinta-feira por infecção pulmonar e passa por tratamento contra linfoma de Hodgkin

Da redação
DA REDAÇÃO

20/06/2026 • 19:13 • Atualizado em 20/06/2026 • 19:15

Parreira durante curso da Fifa na Granja Comary, em maio de 2023

Parreira durante curso da Fifa na Granja Comary, em maio de 2023

Rafael Ribeiro/CBF

O ex-técnico Carlos Alberto Parreira continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, para o tratamento de uma inflamação pulmonar. De acordo com nota oficial da instituição, o ex-técnico de 83 anos apresenta quadro estável e a sedação está sendo reduzida gradualmente, mas permanece respirando com auxílio de aparelhos. Ainda não há previsão de alta.

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Parreira é acompanhado pelo pneumologista intensivista Arthur Vianna e por uma equipe multidisciplinar do hospital. O ex-treinador enfrenta, desde 2023, tratamento de um linfoma de Hodgkin – tipo de câncer que afeta o sistema linfático. Desde a descoberta da doença, Parreira tem passado por sessões de quimioterapia.

Parreira conquistou a o tetra com o Brasil em 1994. Além disso, integrou a comissão técnica que levou o País ao tri em 1970, quando atuava na equipe de preparadores físicos do time comandado por Zagallo.

Ele também comandou a Seleção Brasileira na Copa de 2006 e dirigiu as equipes de Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait e África do Sul em Mundiais, se tornando o recordista de participações em Copas do Mundo.

No Brasil, Parreira passou por Fluminense, Corinthians, Bragantino, São Paulo, Atlético-MG, Santos e Internacional.

Veja a nota oficial do Hospital Samaritano

O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que paciente Carlos Alberto Parreira continua internado em sua Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com quadro de inflamação pulmonar. Ele permanece sedado e ainda respira com auxílio de aparelhos. No momento, seu quadro pulmonar apresenta estabilização, mas ainda necessita de cuidados intensivos. A sedação está sendo gradualmente reduzida.

O paciente está sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e pela equipe assistencial e multidisciplinar do hospital.

Não há previsão de alta.Com Estadão Conteúdo

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