
Tiago Splitter é o treinador do Portland Trail Blazers
Kirby Lee-Imagn Images
Resumo
Incerteza marca o futuro de Tiago Splitter como técnico do Portland Trail Blazers após histórica vitória nos playoffs, pois ainda não houve extensão contratual desde sua nomeação interina em outubro de 2025.
Divergências salariais e política de contenção de despesas dificultam acordo, já que o valor oferecido pelo proprietário Tom Dundon está abaixo do padrão da NBA e o clube adota medidas inéditas de austeridade, como não levar jogadores com contrato de duas vias para jogos fora de casa nos playoffs.
Apoio do elenco a Splitter é total, com elogios públicos de Deni Avdija, mas Tom Dundon avalia entre 15 e 20 candidatos para o cargo, planejando oferecer cerca de US$ 1 milhão anuais ao novo técnico, valor considerado baixo no mercado.
Embora tenha feito histórica pelo Portland Trail Blazers ao vencer a sua primeira partida de playoff da NBA na carreira, o futuro de Tiago Splitter, ex-jogador e comandante da equipe de Oregon, é incerto. Isso porque o treinador ainda não chegou a uma extensão contratual com a franquia após assumir o cargo, de maneira interina, em outubro de 2025.
Divergências contratuais e redução de gastos
Segundo informações da ESPN, o treinador recebeu um aumento salarial como interino, mas as negociações para um contrato de longo prazo travaram. O valor oferecido pelo proprietário Tom Dundon estaria abaixo dos padrões da NBA.
O Rose Garden Report aponta que o clube vive um momento de contenção de despesas. Uma das medidas de austeridade foi a decisão de não levar jogadores com contrato de duas vias (two-way) para as partidas fora de casa nos playoffs, algo inédito entre as outras equipes da liga.
O apoio do elenco e o mercado de técnicos
O elenco, porém, demonstra apoio total ao comandante. O jogador Deni Avdija elogiou a adaptação do brasileiro ao cargo. "Acho que ele se saiu fenomenalmente. O Splitter está tirando o melhor de todos. Nós adoramos jogar para ele", afirmou o atleta, destaque do time na temporada.
Paralelamente ao apoio dos jogadores, o proprietário Tom Dundon estaria avaliando entre 15 e 20 candidatos para o cargo, segundo o repórter Jake Fischer. O plano do dono da franquia seria pagar cerca de US$ 1 milhão anuais para o próximo técnico principal, valor considerado baixo para o mercado atual.
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