Democratas viram 1ª cadeira no Senado e onda azul toma forma nas ‘midterms’
Os primeiros resultados divulgados na noite desta terça-feira (3) mostram os candidatos do Partido Democrata mais fortes nas urnas das ‘midterms’, a eleição

Candidato democrata Roy Cooper celebra vitória na Carolina do Norte, na primeira virada da noite nas 'midterms'
REUTERS/Jonathan Drake
Os primeiros resultados divulgados na noite desta terça-feira (3) mostram os candidatos do Partido Democrata mais fortes nas urnas das ‘midterms’, a eleição de meio de mandato nos Estados Unidos. Às 23h, no horário de Brasília, o jornal The New York Times projetava os democratas com 78% de chances de assumir o controle do Senado e 93% de tomar a Câmara dos Representantes.
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A primeira vitória dos democratas na noite foi na Carolina do Norte. O ex-governador Roy Cooper foi eleito e retirou uma cadeira que antes pertencia aos republicanos. O estado era visto como essencial para a oposição retomar o controle do Congresso.
Sem um órgão que centralize a apuração dos votos, institutos de pesquisa e a imprensa americana fazem projeções ao longo da apuração dos votos. Os resultados iniciais foram mais favoráveis aos opositores de Donald Trump.
O presidente americano acompanha a apuração na Casa Branca, com aliados, mas não há uma previsão de fala oficial ao longo das próximas horas. A administração americana divulgou a agenda de Trump apenas com compromissos internos para quarta-feira (4).
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Os americanos vão às urnas para renovar todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes, além de escolherem 35 senadores e 36 governadores. A eleição de meio de mandato é considerada um plebiscito sobre o presidente de ocasião.
Ao longo da campanha, os institutos de pesquisas apontavam uma vantagem dos Democratas, mas os Republicanos apostavam em um novo erro dos levantamentos, que não previram a vitória de Trump em 2024.
Até 23h30, no horário de Brasília, os democratas lideram a apuração de sete cadeiras no Senado que pertencem aos republicanos. Caso os números de confirmem, o partido de Barack Obama e Joe Biden vai reconquistar o comando do Congresso, já que também lidera na disputa da Câmara.
