Um dos fundos de investimentos que compõem a SAF do Atlético é suspeito de utilizar verbas da facção criminosa PCC, o Primeiro Comando da Capital.
Segundo matéria divulgada pelo jornal Estado de São Paulo, documentos recebidos na Comissão de Valores Mobiliários apontam origem do dinheiro nos fundos da Hans e Olaf, investigados na operação Carbono Oculto.
As investigações do Ministério Público de São Paulo apontam que os recursos desses fundos são pilares de um esquema de lavagem de dinheiro.
Nesta sexta-feira, por meio de nota, o clube mineiro afirmou que desconhece qualquer irregularidade e que o fundo de investimentos da SAF atleticana é devidamente constituído e regular junto a CVM.
O texto ainda alega que a Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, empresa responsável pela administração dos recursos, também está registrada na comissão.
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