Eleições 2026Contagem regressiva para o 2º turno
1dias
:
23horas
:
36min
:
26seg
Brasil

Transwolff nega elo com crime organizado e rebate acusações

Empresa de ônibus afirma que não há fundamento nas investigações sobre lavagem de dinheiro e mantém colaboração com autoridades em São Paulo

1 min

04/02/2026 18:00 • Atualizado há 260 dias

Transwolff nega elo com crime organizado e rebate acusações

A Transwolff negou qualquer ligação com o crime organizado e afirma que as acusações de envolvimento da companhia ou de seus representantes com atividades ilícitas não possuem fundamento. A manifestação ocorre em meio às investigações que apontam a empresa como um suposto braço de lavagem de dinheiro para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na capital paulista.

Continua depois da publicidade

Em nota oficial, a direção da Transwolff ressalta que segue se defendendo nas instâncias competentes e mantém uma postura de colaboração com as autoridades responsáveis pelo caso.

A defesa da transportadora busca reverter o cenário atual, que resultou no rompimento do contrato com a Prefeitura de São Paulo para a operação de linhas de transporte público na cidade.

Desdobramentos da investigação e prisões

Mesmo com a negativa da empresa sobre irregularidades em sua estrutura administrativa, o caso ganha novos capítulos no âmbito policial. A Corregedoria da Polícia Militar efetuou a prisão de três policiais militares nesta quarta-feira, sob a suspeita de terem prestado serviços de segurança particular para o dono da viação entre os anos de 2020 e 2024.

Continua depois da publicidade

As apurações indicam que a atuação desses agentes não se limitava apenas à escolta pessoal. Segundo os dados coletados, os policiais militares também participariam da gerência da companhia que administrava as linhas de transporte da capital.

Tópicos relacionados