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Médica morta em Maringá: parente relata o que suspeito disse após o crime

João Vitor Romeiro procurou familiares em Mandaguari após o crime

2 min

08/09/2026 19:32 • Atualizado há 46 dias

Médica morta em Maringá: parente relata o que suspeito disse após o crime

“Ele falou para mim que ele e a Gassi tinham brigado e que ele tinha matado ela.” O relato foi feito à polícia por uma parente de João Vitor Romeiro, de 25 anos, suspeito de matar a médica Gassi Paola de Souza, de 37 anos, em Maringá, no norte do Paraná.

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O crime aconteceu na noite de sábado. Segundo a polícia, Gassi foi esfaqueada durante uma discussão com João Vitor, em frente ao filho do casal, de apenas 8 meses.

Depois do crime, o suspeito deixou o apartamento e seguiu para Mandaguari, cidade vizinha, onde procurou familiares e pediu ajuda.

Parente conta o que ouviu do suspeito

Em depoimento à polícia, uma parente relatou o momento em que João Vitor chegou e contou o que havia acontecido.

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“Ele falou pra mim que ele e a Gassi tinham brigado e que ele tinha matado ela.”

Segundo o relato, após ouvir a declaração, ela entrou em casa e chamou o marido.

“Foi a hora que eu entrei pra dentro da minha casa, falei com meu esposo e aí ele já ligou pra polícia.”

Enquanto o marido fazia contato com a polícia, ela acionou o Samu.

“Enquanto ele falava com a polícia eu estava falando com o 192. Foi a hora que a gente pediu socorro.”

Filho do casal ficou no apartamento

De acordo com as investigações, a médica foi morta após uma discussão durante uma visita de João Vitor ao filho do casal.

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Após o crime, ele teria deixado a criança sozinha no apartamento, ao lado do corpo da mãe.

O bebê foi retirado do local e encaminhado para a casa de parentes maternos.

Suspeito permanece internado

João Vitor também ficou ferido e permanece internado em um hospital.

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A audiência de custódia, que estava prevista para esta terça-feira, foi transferida para quarta-feira.

Segundo a polícia, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento.

João Vitor trabalhava como assessor jurídico da Prefeitura de Marialva, cidade próxima a Maringá. Após o caso, ele foi exonerado do cargo.

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A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil.

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