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250 jornais em 70 países aderiram à campanha contra a morte de jornalistas em Gaza

Os anúncios falam em 200 mortos, mas há duas estatísticas diferentes: numa, o total é cerca de 190, noutra, 240

Moises Rabinovici
MOISES RABINOVICI

01/09/2025 • 09:26 • Atualizado em 01/09/2025 • 09:26

Moises Rabinovici
Jornalista Hussam al-Masri, da Reuters, estava no Hospital Nasser, em Gaza, quando começaram os bombardeios

Jornalista Hussam al-Masri, da Reuters, estava no Hospital Nasser, em Gaza, quando começaram os bombardeios

REUTERS/Stringer

Vários jornais internacionais aderiram à campanha do “Dia Internacional de Ação pela Liberdade de Imprensa em Gaza”.

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Uma das manchetes: “No ritmo em que jornalistas estão sendo mortos em Gaza, reportando sobre a guerra de Israel, em breve não haverá mais ninguém para manter-lo informado”. Ou: “Proteja os jornalistas em Gaza”. Ou: “Deixe os repórteres entrarem em Gaza”.

O “faz”, com a imagem da fotógrafa morta no ataque ao Hospital Nasser, pergunta: “Se eu fosse morta, o mundo se importaria mais conosco?” Os anúncios falam em 200 mortos, mas há duas estatísticas diferentes: numa, o total é cerca de 190, noutra, 240.

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