As mães solo de filhos atípicos são vistas muitas vezes como uma fortaleza. Mas são mulheres com medos, dúvidas, fragilidades. Dores. Só que todos os dias elas fazem uma escolha. Elas ficam.
Enquanto muitos país somem. Os números mostram que o abandono de filhos atípicos pelos pais passa de 70%. Mesmo sozinhas, as mães travam uma luta cotidiana por um diagnóstico, um tratamento, por respeito, pela inclusão.
E milhares de vezes encontram o oposto disso. Uma porta fechada, um não, é impossível. A exclusão. Mesmo no limite da exaustão, elas seguem. Todos os dias olham nos olhos de seus filhos e dizem estou aqui.
O estado brasileiro precisa enxergar e cuidar dessas mulheres.
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