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Adriana: Justiça não sente a dor e indignação que as mulheres sentem

Por Redação
REDAÇÃO

19/01/2026 • 19:58 • Atualizado em 19/01/2026 • 19:58

Adriana Araújo

O caso desse criminoso, Marlon Carvalhedo da Rocha, é a prova de que a justiça não sente a dor e a indignação que as mulheres sentem. Quando estuprou a primeira menina, pela lei daquela época, ele poderia pegar 15 anos de cadeia. Mas a justiça entendeu que bastava a pena mínima. 8 anos.

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Primeiro estupro, melhor pegar leve com o criminoso, né? 4 anos depois, coitadinho, tá preso há muito tempo, saídinha de natal! E ele? Estupra a própria mãe. E apenas dois anos depois, adivinha? O criminoso reincidente ganha o prêmio da prisão domiciliar e mata a enteada.

Marlon usou o direito que a justiça deu pra ele: uma licença pra matar. Qual benefício vamos oferecer pro marlon agora? Redução da pena porque confessou o crime? Eu não duvido de mais nada.

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