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Anderson Torres é condenado a 24 anos de prisão

Destes 24 anos, 21 anos e 6 meses serão de reclusão, e dois anos e seis meses de detenção

Da redação
DA REDAÇÃO

11/09/2025 • 19:31 • Atualizado em 11/09/2025 • 19:31

Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, durante depoimento na CPI do 8 de janeiro

Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, durante depoimento na CPI do 8 de janeiro

Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O Supremo Tribunal Federal definiu, nesta quinta-feira (11), a pena atribuída a Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, pelos crimes a ele imputados no julgamento por tentativa de golpe de Estado. Ele deverá cumprir 24 anos de prisão. Sendo 21 anos e 6 meses de reclusão, e dois anos e seis meses de detenção.

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Além do período de reclusão e detenção, o ex-ministro deverá pagar por 100 dias multa, sendo cada dia no valor de um salário mínimo.

Os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin acompanharam o relator na decisão da dosimetria da pena do ex-presidente. Já Luiz Fux optou por não participar da fixação da pena porque julgou improdecente.

Durante a dosimetria, Moraes “destrinchou” as penas de acordo com os crimes pelos quais o réu foi condenado. Sendo eles:

  • 5 anos pelo crime de organização criminosa
  • 6 anos pelo crime de abolição do Estado democrático de Direito
  • 2 anos e 6 meses e 50 dias multa
  • 2 anos e 6 meses, e 50 dias multa por deterioração do patrimônio tombado

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