
Aluno de medicina morto: após audiência, família reforça confiança na condenação de PMs
Reprodução
A família do estudante de medicina Marco Aurélio Acosta, morto por policiais militares durante uma abordagem em um hotel de São Paulo, avaliou como positiva a audiência de instrução realizada na última quarta-feira (9).
A família afirmou que o depoimento da testemunha do Corpo de Bombeiros e o interrogatório dos réus trouxeram novos elementos que reforçam a tese da acusação.
De acordo com a assistência à acusação, os depoimentos revelaram contradições nas versões apresentadas pela defesa e reforçaram indícios de má condução do socorro prestado à vítima.
Para os advogados que representam a família, as provas já reunidas nos autos demonstram de forma inequívoca a autoria e a gravidade do crime, além das qualificadoras que o tornam ainda mais severo. Eles sustentam que o material colhido comprova tanto a impossibilidade de defesa de Marco Aurélio quanto a motivação torpe que teria levado à ação policial.
A juíza responsável pelo caso reiterou a necessidade de cumprimento de ofícios pendentes antes do início da fase final de alegações, que antecede a decisão de pronúncia dos policiais, que deve acontecer nos próximos dias.
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