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Ativistas brasileiros de flotilha presos por Israel são deportados para Jordânia

Em nota, o Itamaraty confirmou que os 13 brasileiros que estavam presos em Israel foram deportados e estão na Jordânia sendo transportados à capital Amã

Da redação
DA REDAÇÃO

07/10/2025 • 07:26 • Atualizado em 07/10/2025 • 07:26

Flotilha

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REUTERS/Stefanos Rapanis/File Photo

O governo federal, por meio do Ministério das Relações Exteriores, informou, na manhã desta terça-feira (7), que os ativistas brasileiros que estavam na flotilha Global Sumud foram deportados de Israel para a Jordânia.

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Segundo o Itamaraty, as negociações foram conduzidas pela embaixada brasileira em Tel Aviv. Os 13 brasileiros que integravam a flotilha, incluindo a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE), foram liberdados ao cruzarem a fronteira com a Jordânia.

“Diplomatas das Embaixadas em Tel Aviv e em Amã receberam os ativistas que estão, nesse momento, sendo transportados para a capital jordaniana em veículo providenciado pela Embaixada brasileira naquele país”, informou o Itamaraty em comunicado.

Em nota, o Itamaraty reforça que a flotilha Global Sumud, integrada por mais de 40 embarcações e 420 ativistas de diferentes nacionalidades, tinha caráter pacífico e tentava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza quando foi interceptada em águas internacionais por forças militares do Estado de Israel.

“O Brasil conclama a comunidade internacional a exigir de Israel a cessação do bloqueio à Gaza, por constituir grave violação ao direito internacional humanitário”, finalizou o governo federal.