
Flotilha
REUTERS/Stefanos Rapanis/File Photo
O governo federal, por meio do Ministério das Relações Exteriores, informou, na manhã desta terça-feira (7), que os ativistas brasileiros que estavam na flotilha Global Sumud foram deportados de Israel para a Jordânia.
Segundo o Itamaraty, as negociações foram conduzidas pela embaixada brasileira em Tel Aviv. Os 13 brasileiros que integravam a flotilha, incluindo a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE), foram liberdados ao cruzarem a fronteira com a Jordânia.
“Diplomatas das Embaixadas em Tel Aviv e em Amã receberam os ativistas que estão, nesse momento, sendo transportados para a capital jordaniana em veículo providenciado pela Embaixada brasileira naquele país”, informou o Itamaraty em comunicado.
Em nota, o Itamaraty reforça que a flotilha Global Sumud, integrada por mais de 40 embarcações e 420 ativistas de diferentes nacionalidades, tinha caráter pacífico e tentava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza quando foi interceptada em águas internacionais por forças militares do Estado de Israel.
“O Brasil conclama a comunidade internacional a exigir de Israel a cessação do bloqueio à Gaza, por constituir grave violação ao direito internacional humanitário”, finalizou o governo federal.
Fique bem informado!
Receba gratuitamente as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail
Escolha quais newsletters quer receber

