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Ataque a tiros foi planejado para atingir judeus de Sydney, diz governador

Massacre foi declarado um ataque terrorista pelas autoridades devido ao evento visado e às armas utilizadas

Da redação
DA REDAÇÃO

14/12/2025 • 09:10 • Atualizado em 14/12/2025 • 09:10

As autoridades da Austrália classificam como ato de terrorismo e antissemitismo o ataque a tiros na praia de Bondi, em Sydney, durante a festa judaica Hanukkah neste domingo (14). O ataque deixou 12 mortos - incluindo um dos atiradores.

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Segundo comissário de polícia do estado de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, 29 pessoas ficaram feridas, sendo dois policiais, e foram socorridas para hospitais da região.

"Este ataque foi planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney", disse o governador do estado, Chris Minns. O massacre foi declarado um ataque terrorista pelas autoridades devido ao evento visado e às armas utilizadas, disse Lanyon.

Os serviços de emergência foram acionados por volta das 18h45 (horário local), em resposta a relatos de disparos de arma de fogo. Segundo jornal local Sydney Morning Herald, houve múltiplos disparos na praia.

Um evento era realizado pelo local com centenas de participantes, marcando o primeiro dia do Hanukkah.

A polícia encontrou vários explosivos improvisados em um carro na mesma região e as autoridades afirmam que o veículo tem ligação com o criminoso morto. Um segundo atirador está em estado crítico.

Em comunicado, o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, afirmou que as cenas da praia de Bondi são “chocantes e angustiantes” e declarou que seus pensamentos estão com todas as pessoas afetadas pelo ataque a tiros.

Anthony Albanese também afirmou que equipes da polícia e de emergência estão no local “trabalhando para salvar vidas”.

"Estamos cientes de uma situação de segurança ativa em Bondi. Pedimos às pessoas nas proximidades que sigam as informações da Polícia de Nova Gales do Sul", disse um porta-voz do primeiro-ministro Albanese.

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