
Operação policial no Rio
REUTERS/Aline Massuca
Um estudo feito pelo Data Favela mostra detalhes de quem são e o que pensam os criminosos que trabalham para o tráfico de drogas no Brasil. Cerca de 58% disseram que deixariam o crime se tivessem oportunidade e 68% não sentem orgulho do que fazem. Foram feitas 5 mil entrevistas em comunidades de 23 estados.
Questionados sobre renda e antecedentes criminais, 63% dos entrevistados afirmaram que ganham até dois salários-mínimos no crime, enquanto 56% foram presos pelo menos uma vez. Ainda de acordo com o levantamento, 79% dos atuantes do tráfico no Brasil são homens, enquanto 21% são mulheres e menos de 1% se declara LGBTQIAPN+.
Em relação à família, 43% dos entrevistados afirmou que a mãe é a figura mais importante da constelação e 84% não deixariam o filho entrar para o crime.
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