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68% dos criminosos não sentem orgulho do que fazem, aponta Data Favela

Estudo inédito mostra detalhes de quem são e o que pensam os criminosos que trabalham para o tráfico de drogas no Brasil

Da redação
DA REDAÇÃO

17/11/2025 • 09:43 • Atualizado em 17/11/2025 • 09:43

Operação policial no Rio

Operação policial no Rio

REUTERS/Aline Massuca

Um estudo feito pelo Data Favela mostra detalhes de quem são e o que pensam os criminosos que trabalham para o tráfico de drogas no Brasil. Cerca de 58% disseram que deixariam o crime se tivessem oportunidade e 68% não sentem orgulho do que fazem. Foram feitas 5 mil entrevistas em comunidades de 23 estados.

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Questionados sobre renda e antecedentes criminais, 63% dos entrevistados afirmaram que ganham até dois salários-mínimos no crime, enquanto 56% foram presos pelo menos uma vez. Ainda de acordo com o levantamento, 79% dos atuantes do tráfico no Brasil são homens, enquanto 21% são mulheres e menos de 1% se declara LGBTQIAPN+.

Em relação à família, 43% dos entrevistados afirmou que a mãe é a figura mais importante da constelação e 84% não deixariam o filho entrar para o crime.

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