A Represa do Broa, em Itirapina, no interior de São Paulo, registrou sete ataques de piranhas nos últimos 15 dias. De acordo com a Defesa Civil da cidade, seis ocorreram na semana retrasada e um aconteceu neste sábado (8) – mesmo após a prefeitura publicar um decreto proibindo o acesso de banhistas ao local.
O decreto, publicado no Diário Oficial do município no dia 27 de janeiro, entrou em vigor imediatamente. Ele restringe atividades aquáticas e proíbe temporariamente o acesso de banhistas à Represa do Broa (Balneário Santo Antônio) devido à presença de pirambebas (nome da espécie).
Todos os ferimentos foram leves; as pessoas receberam atendimento médico e passam bem. Outras análises ambientais serão feitas no local para avaliar a necessidade de novas medidas por parte das autoridades.
A represa nunca havia registrado ataques de piranhas anteriormente. Segundo especialistas, o que pode explicar os casos é o desequilíbrio causado pela introdução de novas espécies de peixes no local, como o tucunaré. Além disso, as piranhas estão em época de reprodução e podem estar protegendo seus ninhos.
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