
Mulher acusada de chefiar quadrilha de "Boa noite, Cinderela" no RJ é condenada a 20 anos de prisão
Reprodução
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) condenou Claudia Mayara Alves Soliva a 20 anos e 10 dias de prisão em regime fechado pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte) do colombiano Manuel Felipe Martínez Mantilla, em outubro de 2024.
Claudia, que já estava presa preventivamente desde março deste ano, é apontada pela Polícia Civil como chefe da maior quadrilha especializada em aplicar o golpe “Boa noite, Cinderela” na capital fluminense.
O colombiano estava de férias no Brasil e aproveitava a noite carioca quando foi vítima da quadrilha. Após passar mal, um motorista por aplicativo deu entrada com a vítima no Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte, onde chegou a ser atendido, mas não resistiu.
Os casos de “boa noite, Cinderela” têm ocorrido cada vez mais no Rio de Janeiro. Neste mês, um turista argentino foi encontrado morto após ser vítima do golpe.
Paloma Cristina Cavalcanti, uma das “Cinderelas” acusadas de realizar a prática contra turistas de diversas nacionalidades foi presa na última terça-feira (23).
O mesmo ocorreu com Francini Demetrio Sitas e Amanda Couto ,mais duas mulheres que trabalhavam separadamente para articular golpes do gênero.
Em agosto, Turistas britânicos perderam mais de R$ 110 mil em golpe. O vídeo teve repercurssão internacional.
A quantidade de ocorrências obrigou o governo do Rio de Janeiro a antecipar o início campanha de conscientização voltada para turistas com alertas para o golpe "Boa Noite, Cinderela".
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