A China realizou exercícios militares em larga escala ao redor de Taiwan na manhã desta terça-feira (1º), pelo horário local. As manobras serviram como um "aviso severo" à ilha contra o separatismo.
Os exercícios militares foram realizados semanas depois do presidente de Taiwan, Lai Ching-te, ter classificado a China como força estrangeira maligna. Pequim respondeu e disse que o presidente está colocando em risco a ilha.
O gabinete presidencial de Taiwan postou no X, antigo Twitter, que “as flagrantes provocações militares da China não apenas ameaçam a paz em Taiwan, mas também minam a segurança em toda a região, como evidenciado por exercícios perto da Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coreia, Filipinas. Condenamos veementemente o comportamento escalonador da China.”
Em comunicado, o Exército da China chamou o presidente de Taiwan, Lai Ching-Te, de "parasita". A China considera Taiwan como parte do seu próprio território, mas uma província rebelde. No entanto, o governo taiwanês se considera um território independente.
Sob o governo Biden, os Estados Unidos deixaram claro que tinham interesse em defender a segurança do país, que é o maior produtor de chips do mundo, que são utilizados na produção de equipamentos eletrônicos. Porém, ainda não está claro a posição de Trump.
O Ministério da Defesa de Taiwan disse, segundo a Reuters, que não detectou nenhum disparo dos militares chineses, mas que pelo menos 71 aeronaves militares chinesas e 13 navios da marinha estavam envolvidos nos exercícios.
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