A Defensoria Pública de São Paulo pediu para a prefeitura não usar as câmeras de reconhecimento facial do Smart Sampa no carnaval de rua na capital. O órgão diz que a gestão municipal, por meio da Guarda Civil Metropolitana (GCM), não pode “cercear, reprimir ou impedir a liberdade de expressão" de indivíduos que estejam pacificamente em um bloco.
A prefeitura já adiantou que irá recorrer alegando que a GCM tem o dever de realizar a prisão de foragidos, mesmo que eventualmente haja foliões ao redor.
O pedido da defensoria acontece após um traficante da Bahia ter sido reconhecido pelas câmeras e preso durante um bloco de carnaval em São Paulo no último final de semana.
De acordo com a gestão, as câmeras do Smart Sampa têm como objetivo reforçar as ações de combate à criminalidade, fazendo o reconhecimento facial de indivíduos procurados e foragidos da Justiça.
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