Resumo
O empresário Tiago Gomes de Souza, de 39 anos, foi condenado a 27 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato do idoso Cesar Fine Torresi, de 77 anos, após agredi-lo com uma “voadora”, durante julgamento realizado no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo.
A sentença incluiu o pagamento de indenização de R$ 300 mil à família da vítima, valor mantido pela juíza Patrícia Álvares Cruz, que rejeitou o argumento de baixa capacidade financeira apresentado pela defesa, considerando o patrimônio do réu.
A presença do neto da vítima, de 11 anos, no momento da agressão foi destacada pela magistrada como agravante, e o crime ocorreu em 8 de junho de 2025, na cidade de Santos, com prisão em flagrante de Tiago e posterior reconhecimento de sua responsabilidade criminal pelo júri popular.
O empresário Tiago Gomes de Souza, de 39 anos, foi condenado a 27 anos de prisão pelo assassinato do idoso Cesar Fine Torresi, de 77 anos, após agredi-lo com uma “voadora”. A decisão foi tomada por júri popular realizado nesta terça-feira (13), no Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista.
A sentença determina que Tiago cumpra a pena, inicialmente, em regime fechado. Além disso, ele foi condenado ao pagamento de indenização no valor de R$ 300 mil à família da vítima. Durante o julgamento, a defesa tentou alegar baixa capacidade financeira para reduzir o valor da reparação, argumento que foi rejeitado pela juíza Patrícia Álvares Cruz. Segundo a magistrada, a alegação não se sustenta, uma vez que apenas o veículo utilizado pelo réu no dia do crime já alcançaria o valor estipulado para a indenização.
Na dosimetria da pena, a juíza destacou a presença do neto de Cesar, então com 11 anos, no momento da agressão. Para a magistrada, o fato evidencia a total falta de sensibilidade do réu, o que pesou negativamente na fixação da pena.
O crime ocorreu na tarde de 8 de junho de 2025, na Rua Professor Pirajá, no bairro Aparecida, em Santos, litoral de São Paulo. Tiago Gomes de Souza foi preso em flagrante após agredir o idoso, que caiu desacordado. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou a vítima para a UPA da Zona Leste da cidade. Posteriormente, o filho de Cesar compareceu à unidade policial para informar o óbito do pai.
O julgamento teve início na terça-feira (13) e, conforme previsão inicial, poderia se estender por até dois dias. Ao final do júri, os jurados reconheceram a responsabilidade criminal do empresário pela morte de Cesar Fine Torresi.
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