Resumo
Uma prisão de um homem de 32 anos, natural do Benim e residente em Santa Catarina, foi realizada pela Polícia Civil do Distrito Federal; ele é acusado de se passar pelo ator The Rock para operar financeiramente uma rede internacional de estelionato eletrônico no Brasil.
Um golpe convencendo vítimas de que conversavam com o artista prometia um suposto prêmio de 800 mil euros, utilizando documentos falsos, fotos de pacotes lacrados e mensagens em inglês para exigir pagamentos via PIX a contas controladas pelo grupo.
Prejuízos registrados incluem R$ 11,6 mil para uma vítima de Brasília e cerca de R$ 80 mil para uma vítima de Minas Gerais, enquanto o investigado responderá por estelionato eletrônico, cuja pena varia de quatro a oito anos de reclusão e multa.
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu um homem, de 32 anos, natural do Benim (África) e residente em Santa Catarina que se passava pelo ator The Rock para cometer crimes no Brasil. Ele é apontado como operador financeiro de uma rede internacional de estelionato eletrônico.
As vítimas eram convencidas de que conversavam diretamente com o artista e, após a criação de vínculo emocional, eram informadas de que teriam sido contempladas com um suposto prêmio internacional de 800 mil euros.
A partir dessa narrativa, o grupo enviava documentos falsificados, fotos de pacotes lacrados, mensagens em inglês e supostos comprovantes de entregas internacionais. Em seguida, exigia pagamentos referentes a taxas, seguros e liberações aduaneiras, sempre por transferências, via PIX, para contas controladas pelo operador financeiro no Brasil.

Golpe do falso The Rock enganava fãs do ator (Foto: Reprodução)
Uma das vítimas, moradora de Brasília, sofreu prejuízo de R$ 11,6 mil. Outra vítima, no Estado de Minas Gerais, teve perdas de aproximadamente R$ 80 mil, confirmando que o esquema operava de forma reiterada e em diversos estados. Há indícios de mais vítimas, que serão identificadas após a análise técnica dos dispositivos apreendidos.
O investigado responderá por estelionato eletrônico, cuja pena é de quatro a oito anos de reclusão, além de multa.
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