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Líder do PL na Câmara critica operação da PF contra Bolsonaro: ‘Não é justiça, é censura’

Sóstenes Cavalcante escreveu na plataforma X que a operação da PF é ‘a tentativa desesperada de calar quem ainda representa milhões’

da redação
DA REDAÇÃO

18/07/2025 • 09:14 • Atualizado em 18/07/2025 • 09:14

Sóstenes Cavalcante e Bolsonaro

Sóstenes Cavalcante e Bolsonaro

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), usou as redes sociais para criticar a operação da Polícia Federal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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O político foi alvo de mandados de busca e apreensão em sua casa em Brasília e em seu escritório na sede do Partido Liberal. A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Durante o cumprimento dos mandados, medidas cautelares contra Jair Bolsonaro foram aplicadas. Ele terá de usar tornozeleira eletrônica.

“Colocaram tornozeleira em Bolsonaro. Mas não há crime, não há condenação, não há prova. Só há um ‘delito’: enfrentar o sistema”, escreveu Sóstenes Cavalcante na plataforma X, antigo Twitter.

“Isso não é justiça. É censura. É a tentativa desesperada de calar quem ainda representa milhões. Enquanto corruptos são soltos, um ex-presidente é vigiado como bandido. Mas quem tem a verdade como escudo, não teme a mentira de toga. A história está anotando tudo. E o povo também”, completou.

Além do uso da tornozeleira eletrônica, a decisão de Alexandre de Moraes também impõe a proibição do uso de redes sociais, não sair de casa no período noturno, não falar com embaixadores, não conversar com aliados e não ter contato com Eduardo, que está nos Estados Unidos.