O Ministério Público de Pernambuco apontou abusos em investigação contra Gusttavo Lima. O artista foi alvo da Operação Integration e, na ocasião, a Justiça chegou a pedir a prisão do cantor.
Segundo o órgão, não há informações concretas para denunciar o cantor por suposto envolvimento em lavagem de dinheiro de jogos ilegais. A promotoria entrou com recurso contra a decisão da juíza Andrea Calado da Cruz, que negou o pedido de arquivamento da investigação do artista.
Os promotores acusaram a magistrada de falta de isenção e de abusos, como pedir a prisão preventiva de Gusttavo Lima sem conhecimento do Ministério Público. O caso foi encaminhado ao procurador-geral de Justiça de Pernambuco.
Em novembro, o Ministério Público pediu o arquivamento da denúncia sobre a venda e a devolução da aeronave do cantor Gusttavo Lima para o empresário Darwin Henrique da Silva, dono da “Esportes da Sorte”.
Na ocasião, o MPPE apontou que não havia provas que justificassem o indiciamento do artista. Conforme o órgão, a negociação documentada como as respectivas movimentações bancárias registradas não demonstra a prática de crimes de lavagem de dinheiro.
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