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Nova tabela do IR entra em vigor e beneficia trabalhadores; veja o que muda

Para quem recebe acima de R$ 5.000, a nova regra prevê uma redução parcial e decrescente até o teto de R$ 7.350

Da redação
DA REDAÇÃO

02/02/2026 • 09:36 • Atualizado em 02/02/2026 • 09:36

Imposto de Renda 2025

Imposto de Renda 2025

Joédson Alves/Agência Brasil

Uma mudança significativa na economia brasileira começa a ser sentida no bolso de milhões de cidadãos. A nova tabela do Imposto de Renda entrou em vigor, trazendo uma ampliação na faixa de isenção e reduções progressivas que prometem injetar fôlego no orçamento doméstico de quem ganha até R$ 7.350 por mês.

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A principal novidade é a isenção completa para trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos, aposentados e pensionistas que possuem rendimentos mensais de até R$ 5.000. Para este grupo, o desconto do imposto deixa de existir, representando um ganho real no salário líquido.

Para quem recebe acima de R$ 5.000, a nova regra prevê uma redução parcial e decrescente até o teto de R$ 7.350. O sistema funciona de forma proporcional:

Rendimentos próximos a R$ 5.000: Recebem o maior percentual de desconto no imposto devido.

Rendimentos próximos a R$ 7.350: Têm uma redução menor, que vai diminuindo à medida que o salário aumenta.

Para aqueles que recebem acima de R$ 7.350, as regras de tributação permanecem inalteradas, sem novas reduções previstas nesta atualização.

Especialistas e a própria Receita alertam para um detalhe importante: contribuintes que possuem mais de uma fonte de renda (como dois empregos ou um salário e uma aposentadoria) devem ficar atentos. Mesmo que cada rendimento isolado seja inferior a R$ 5.000, se a soma total ultrapassar esse limite, o contribuinte terá que complementar o pagamento do imposto no momento da declaração anual.

Impacto na economia

A medida é celebrada como um avanço importante para o poder de compra da classe média e de trabalhadores de rendas mais baixas. Com a atualização, espera-se uma movimentação maior no consumo interno, já que o valor que antes era retido pelo Fisco agora permanece à disposição das famílias brasileiras.