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Polícia descarta hipótese que crianças desaparecidas no MA estariam em SP

Agentes da Divisão Antissequestro da Polícia Civil de São Paulo foram até um hotel no bairro da República e descartaram que fossem as crianças desaparecidas em Bacabal

Caroline Corrêa
CAROLINE CORRÊA

26/01/2026 • 09:42 • Atualizado em 26/01/2026 • 09:42

Crianças desaparecidas no Maranhão

Crianças desaparecidas no Maranhão

Reprodução

A Divisão Antissequestro da Polícia Civil de São Paulo descartou a possibilidade das crianças desaparecidas em Bacabal, no Maranhão, terem sido vistas no bairro da República, na região central da capital paulista.

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Os agentes foram até o hotel na República após o recebimento de uma denúncia. No local, descartaram a possibilidade de que possam ser os irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, que estão desaparecidas desde o início de janeiro.

Em nota enviada à Band, a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão informou que todas as informações e denúncias recebidas são devidamente chegadas, “seja em cooperação com forças policiais de outros estados, seja com o deslocamento de equipes do Maranhão, quando necessário”.

“As buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael continuam, com atuação integrada das forças de segurança, sem restrição a um único ambiente, abrangendo áreas de mata, rios e lagos, em paralelo às investigações conduzidas pela Polícia Civil. A Polícia Civil do Maranhão atua conforme o protocolo adotado para casos de desaparecimento, com instauração de inquérito policial. A comissão de investigação constituída segue com a oitiva de testemunhas e a realização de todos os demais procedimentos minuciosos que o caso requer”, informou o órgão.

Desaparecimento

As três crianças desapareceram no dia 4 de janeiro após saírem para brincar no Quilombo de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal. No dia 7 de janeiro, Anderson Kauan foi encontrado por carroceiros em uma estrada no povoado Santa Rosa, vizinho ao que havia desaparecido, e informou ter deixado os dois primos no local da casa caída enquanto buscava ajuda.

A área de buscas é marcada por mata de vegetação fechada, terreno irregular, com poucas trilhas, difícil acesso, açudes, o Rio Mearim e lagos.

A operação de busca reúne profissionais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Municipal, Marinha e Exército, quilombolas e voluntários.