Resumo
Nomeação de Osvaldo Nico Gonçalves como secretário da Segurança Pública de São Paulo foi oficializada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira, dia 2.
Atuação de Nico incluiu participação em grandes casos como o sequestro da filha de Silvio Santos em 2001, o caso de injúria racial envolvendo o jogador Grafite e o argentino Leandro Desábato em 2005, e a prisão do ex-assessor Fabrício Queiroz em 2020.
Carreira de Nico abrange formação em direito, ingresso na Polícia Civil como investigador em 1979, fundação do Grupo de Operações Especiais, criação de grupos especializados, supervisão no GER, direção do Dope, e nomeação como Delegado Geral de Polícia em 2022.
O delegado Osvaldo Nico Gonçalves foi nomeado secretário da Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo. A designação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) na edição desta terça-feira (2).
Nico atuou em grandes casos de São Paulo. Ele esteve na negociação e investigação do sequestro da filha e do apresentador Silvio Santos em 2001, o caso de racismo envolvendo o jogador de futebol Grafite e o argentino Desábado em 2005 e a prisão do ex-assessor da família Bolsononaro, Fabrício Queiroz, em 2020, só para citar alguns.
Nico deu voz de prisão ao jogador argentino Leandro Desábato, acusado de injúria racial contra o atacante brasileiro Grafite, no estádio do Morumbi.
Quem é Osvaldo Nico
Formado em direito em 1989, Osvaldo Nico Gonçalves é professor concursado da Academia de Polícia Civil e especialista em Polícia Judiciária e Sistema de Justiça Criminal.
Ingressou na Polícia Civil como investigador, habilitado em 1979. Até 1992, atuou em diversos departamentos, como Decap, Deic, Garra e DHPP.
Após concluir o curso de formação para delegado, em 1992, fundou o primeiro Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil e tornou-se o primeiro delegado piloto do departamento.
Atuou na Delegacia de Roubos a Bancos (Deic) e, por 12 anos, foi supervisor do Grupo Especial de Resgate (GER) no Garra, comandando mais de 200 policiais.
Criou o Grupo Antibombas, voltado a ocorrências envolvendo ameaças, atentados, roubos e explosivos, e o Grupo de Motos, ambos no Garra.
Em 2019, tornou-se o primeiro diretor do Departamento de Operações Policiais Especializadas (Dope). Em abril de 2022, foi nomeado Delegado Geral de Polícia, cargo máximo da Polícia Civil do Estado.
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