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Vídeo: síndico levou polícia até corpo de corretora em área de mata em GO

Corpo da corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, foi encontrado em Caldas Novas

Da redação
DA REDAÇÃO

28/01/2026 • 10:47 • Atualizado em 28/01/2026 • 10:47

O síndico Cléber Rosa de Oliveira foi quem levou os policiais para uma área de mata em Caldas Novas, em Goiás, onde o corpo da corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, foi encontrado. Ele teria confessado o assassinato.

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Em vídeo obtido pela Band, é possível ver o momento que o corpo da corretora é localizado (veja acima). Daiane Alves de Souza estava desaparecida há mais de um mês.

A área de mata é de difícil acesso, que liga Caldas Novas a cidade de Ipameri, na região sul do estado de Goiás. A polícia fez o isolamento do local.

O Grupo de Investigação de Homicídios de Caldas Novas prendeu, na manhã desta quarta-feira (28), duas pessoas: o síndico do prédio onde a corretora tinha apartamento, Cléber Rosa de Oliveira, e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira.

O porteiro do prédio foi levado para a delegacia e está sendo ouvido pela polícia.

“A Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo de Investigação de Homicídios de Caldas Novas - 19ª DRP, em força-tarefa com o Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) e Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), prendeu, na manhã desta quarta-feira (28), duas pessoas investigadas pelo desaparecimento de uma corretora de imóveis de Caldas Novas. A mulher estava desaparecida desde dezembro de 2025. O corpo dela foi localizado em uma região de mata na própria cidade”, informou a corporação em nota enviada à Band.

Síndico denunciado por crime de perseguição

Em janeiro deste ano, o Ministério Público de Goiás denunciou o síndico Cléber Rosa de Oliveira pelo crime de perseguição, previsto no artigo 147-A do Código Penal.

Segundo a acusação, os episódios teriam ocorrido entre fevereiro e outubro de 2025, quando o síndico teria adotado contra Daiane condutas reiteradas que ameaçaram a "integridade física e psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção e perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade".

O caso

Daiane Alves Souza, de 43 anos, desapareceu no dia 17 de dezembro. Imagens de câmeras de segurança registraram a corretora descendo ao subsolo do prédio para verificar uma suposta falta de energia em seu apartamento. Desde então, ela não foi mais vista.

Ela chegou a gravar o trajeto com o celular. As imagens mostram que apenas o apartamento da corretora aparentava estar sem luz - o elevador, corredores e áreas comuns do prédio permaneciam iluminados.

A situação levantou a suspeita da família de que a energia poderia ter sido desligada propositalmente.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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