
Após sete anos, suspeita de mandar matar cunhada por causa de herança é presa
Reprodução/Brasil Urgente
A principal suspeita de ter mandado matar a empresária Rosana Bragagnolo, de 54 anos, por causa de uma briga por herança, foi presa. O crime foi no dia 11 de junho de 2018. A empresária foi executada a tiros no escritório de sua loja de cerâmica, em Itu, no interior de São Paulo.
Desde então, a polícia civil busca os culpados. A investigação apontou a cunhada da vítima, Marlene Bragagnolo, de 74 anos como a mandante do crime. Segundo a polícia, o assassinato foi motivado por uma disputa de herança depois da morte do irmão de Marlene, marido de Rosana.
Durante sete anos, a suspeita esteve foragida no exterior. Mas a polícia continuava monitorando os passos de Marlene que passou uma temporada nos Estados Unidos. Há uma semana, policiais do DHPP de São Paulo montaram uma operação, localizaram e prenderam três homens e uma mulher suspeitos de envolvimento na morte de Rosana. Os celulares dos investigados foram apreendidos.
A empresária foi morta com seis tiros que atingiram a boca e o peito. Na época dois homens se passaram por clientes, renderam uma funcionária, entraram no escritório da cerâmica e atiraram em Rosana que estava sentada.
Nada foi levado. Nem mesmo um maço de dinheiro que estava em cima da mesa do escritório, e o notebook. Segundo testemunhas, os criminosos estavam em uma moto preta. Chegaram a perguntar o preço do milheiro do tijolo para a vítima antes de executá-la.
O assassinato causou comoção na cidade. Rosana comandava a loja de cerâmica há 25 anos. Ela assumiu os negócios da família depois da morte dos pais e do único irmão que havia morrido em um acidente automobilístico, além do marido, pouco tempo antes dela ser assassinada.
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