Brasil Urgente

Bombeiros, drones e família angustiada: buscas pelo corpo de Amanda entram no quinto dia

Ela foi morta pelo ex-marido e jogada no rio Tietê

KELLY DIAS

26/05/2025 • 16:47 • Atualizado em 26/05/2025 • 16:47

Bombeiros, drones e família angustiada: buscas pelo corpo de Amanda entram no quinto dia

Bombeiros, drones e família angustiada: buscas pelo corpo de Amanda entram no quinto dia

Reprodução/Brasil Urgente

Faz exatamente uma semana que Amanda foi assassinada. As buscas pelo corpo da promoter, que teria sido jogado no Rio Tietê, entraram no quinto dia. Pela manhã, os bombeiros se concentraram de novo na barragem Edgar de Souza, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.

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A imprensa não teve autorização da empresa responsável para se aproximar, mas foi possível ver do alto o trabalho dos bombeiros. Foi a primeira vez que eles entraram com um bote no rio Tietê.

No final da manhã, os irmãos de Amanda estiveram no local. Maurício conversou rapidamente com a nossa reportagem. Ele tem acompanhado de perto o trabalho do corpo de bombeiros, e com o auxílio de drones, também realiza buscas por conta própria.

Além de usarem bote, os bombeiros também fizeram buscas com uma balsa. De acordo com a Tenente Olivia, uma das dificuldades de se localizar o corpo de Amanda é o tempo que se passou desde que ele foi jogado.

Devido à poluição do rio tietê, a visibilidade é quase nula. Os filhos mais novos de Amanda ainda não sabem sobre a morte da mãe.

Relembre o Caso

Um homem identificado como Carlos Eduardo de Souza Ribeiro, de 35 anos, foi preso nesta quarta-feira (21) após confessar que matou a ex-mulher e jogou o corpo no rio Tietê, em São Paulo.

Amanda Caroline de Almeida, de 31 anos, foi dada como desaparecida na terça (20), após a mãe perder contato e encontrar a casa onde ela morava, em Osasco, na região metropolitana, vazia.

Ao ser confrontado com as imagens de uma câmera de segurança voltada para a casa onde Amanda morava, em Osasco, na Grande São Paulo, Carlos Eduardo não teve outra alternativa a não ser confessar o crime.

Segundo a polícia, Carlos Eduardo contou que jogou o corpo de Amanda no rio Tietê. O criminoso disse que ele e o irmão pararam o carro na ponte Piracema, na divisa entre Osasco e Barueri e lá do alto jogaram o corpo envolto a dois lençóis.

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